Um blog, muitas bossas e a escolha de permanecer
Um espaço de escrita, afeto e exercício contínuo de leitura, em tempos de pressa.
Por Luciana Nóbrega
Música, textos e assuntos aleatórios...
"Blog Luciana Nóbrega: arte, cultura, MPB e outras bossas."
[Alexandre Lira]
Um blog, muitas bossas e a escolha de permanecer
Um espaço de escrita, afeto e exercício contínuo de leitura, em tempos de pressa.
Por Luciana Nóbrega
Uma Breve
Por Luciana Nóbrega
Sobre borboletas
Borboletas não apressam a metamorfose. Elas vivem o mistério da transformação em silêncio, abraçando o desconforto do casulo como quem sabe que toda beleza exige espera. Suas asas frágeis guardam histórias de resistência - e, mesmo quando parecem leves, carregam o peso de um voo que renasce a cada instante. Borboletas nos lembram que mudar é um processo sagrado, onde a paciência floresce em cor e leveza.
Borboletas simbolo da arte da transformação.
❤ Literatura e crítica social: aproximações necessárias
A leitura como exercício de responsabilidade intelectual.💬
LN Blog - Arte, Cultura, MPB e outras Bossas
Literatura e crítica social: aproximações necessárias
A leitura como exercício de responsabilidade intelectual.
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Luciana Nóbrega Cantora, Compositora, Atriz e Colunista. Especializada em Negócios Internacionais. Pós-graduada em Direito da Criança, dos Adolescentes e dos Idosos; Pós-graduada em Direito Desportivo; Graduanda em Administração (segunda graduação).
Competência especializações: Negócios, Administração e Direito.
Transita entre a arte e o pensamento crítico com sensibilidade.
Entre Linhas Sagradas - Parte VI
“Quando a Palavra ganhava corpo - escrita em folhas, peles e fé.”
Antes que existissem os livros como conhecemos, a Palavra já encontrava onde se fixar.
Os autores bíblicos usaram os materiais disponíveis no mundo antigo, moldando o eterno com as ferramentas do tempo.
Um dos mais antigos foi o papiro, extraído de uma planta do Nilo.
Sua polpa era cortada em tiras finas, sobrepostas em duas direções, prensadas, coladas e polidas.
O resultado era uma folha de cor amarelada, escrita de um só lado - frágil, mas suficiente para carregar revelações.
Foi sobre papiro que, muito provavelmente, o apóstolo João escreveu o Apocalipse (Ap 5:1), assim como suas cartas (2Jo 12).
Palavras de fim e esperança, impressas sobre uma matéria que já nascia com o tom do antigo.
Outros suportes surgiram do reino animal.
Velino, pergaminho, couro - três nomes para diferentes estágios de um mesmo processo: peles curtidas, tratadas, alisadas, preparadas para receber tinta e verdade.
Esses materiais se tornaram comuns a partir dos primeiros séculos do Cristianismo, mas já eram conhecidos bem antes.
Isaías 34:4 menciona um livro enrolado - imagem que remete aos antigos rolos, usados nos templos e sinagogas, e que mais tarde seriam substituídos pelos códices.
Nessa transição de superfícies - da folha da planta à pele do animal -, a Palavra se mostrava disposta a habitar qualquer matéria que a recebesse com reverência.
Cada superfície carregava mais que palavras: levava promessas, doutrinas, histórias e fé.
📌 Série: Além da Palavra | Bíblia
Próximo capítulo: 13 de abril, às 21h.
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Luciana Nóbrega
Cantora, Compositora, Especialista em Negócios, Administração e Direito.
Atua entre a arte e o pensamento crítico com sensibilidade, transita também na área jurídica e pesquisas e estudos com foco em cultura, comunicação e inovação.